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UM HOMEM INTACTO PDF Imprimir e-mail
22-jan-2016

 

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Texto de Carlos Enes | Fotografias de Carla Bessa 

«Sempre houve homens que não se bandearam nem perverteram, conservando, intactos, a alma e o carácter». O advogado Ademar Lopes deve ter pesado cada uma das palavras como se fossem pedras firmes. «O que importa são esses e não os outros. A democracia vive dessa minoria, dessa elite», acrescentou ele. Não estava em alegações no tribunal, mas a tentar a causa mais difícil: convencer o amigo Afonso Mendonça a regressar à política. O apelo foi dramático e a resposta negativa, mas sentida. «Ficar fora da política não significa renunciar aos nossos valores. Pelo contrário, significa que os quero aplicar aqui, no concreto, em contacto com o povo. Aqui sei que sou útil», declara o jovem clínico-geral.

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«Sou contra farmácias para pobres» PDF Imprimir e-mail
22-jan-2016

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Entrevista de Carlos Enes | Fotografias de Carla Bessa 

No discurso que fez, quando lhe foram atribuídas as insígnias da ANF, contou que foi um farmacêutico a ensinar-lhe a palavra Democracia. Conte-nos lá essa história.

O farmacêutico de Avelar, o senhor Medeiros. Eu era puto e ia de bicicleta da minha aldeia, a Cumieira, comprar o jornal ao Avelar. Comecei a estudar lá, porque um sobrinho do senhor Medeiros, que era médico, tinha lá um colégio. Se tivesse de ir para Coimbra não teria tido  essa possibilidade. Depois, já com uns 14 anos, ia à farmácia comprar álcool perfumado, que ele fazia, para fazer a barbicha. Aviava muitas receitas para gente da minha aldeia. Eu aprendi muito cedo a dar injecções, porque o médico receitava muitas, e não havia ninguém que as desse. O senhor Medeiros puxava muito por mim, gostava de mim. Falava e via que o rapaz estava interessado em saber coisas, até em saber o que era a Democracia. E mais tarde, nos fundos da farmácia, onde ele tinha o laboratório, fizemos muitas reuniões da oposição.

  

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«QUANDO APARECEU A CORRUPÇÃO, VIM-ME EMBORA» PDF Imprimir e-mail
22-jan-2016
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Entrevista de Carlos Enes | Fotografias de Carla Bessa 
 
 
O que o levou, em 1983, a abandonar a política? 
Foi quando a política deixou de ser um dever cívico e passou a ser uma carreira, ou um carreirismo, que é pior. Vieram os carreiristas, os medíocres.
  
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«O SNS FOI UMA TEIMOSIA MINHA» PDF Imprimir e-mail
22-jan-2016
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Entrevista de Carlos Enes | Fotografias de Carla Bessa 
 
 
Entre 23 de Janeiro e 29 de Agosto de 1978, PS e CDS reuniam-se à mesa do Conselho de Ministros. A criação do Serviço Nacional de Saúde deu cabo do Governo. 

FARMÁCIA PORTUGUESA - Como é que o senhor inventou o Serviço Nacional de Saúde em sete meses como ministro?
António Arnaut - É preciso conhecer a realidade do país e é preciso querer mudá-la. Na minha aldeia morriam pessoas porque não tinham dinheiro para procurar um médico. Conhecendo a realidade do país, através do espelho social que era a minha aldeia, tendo eu sensibilidade e desde sempre sido um rebelde contra as injustiças sociais, tinha de fazer o que pudesse. Mas não «inventei» o SNS. O SNS era uma grande e antiga aspiração do povo português. Podemos dizer, para não recuarmos mais, que começou em 1961, com o Movimento das Carreiras Médicas, pedra angular de um serviço público de saúde. Depois do 25 de Abril, ficou previsto no artigo 64º da Constituição. Eu fui deputado constituinte e tinha a sensibilidade social de querer ajudar a mudar o Mundo, porque sou um poeta.

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Farmácias reais - Vidas na lama PDF Imprimir e-mail
15-jan-2016

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Reportagem de Filipe Mendonça | Fotografias de Júlio Silva e Carla Bessa

 

 

Elsa e Paulo vivem nos escombros de um balneário em Lisboa. À revista FARMÁCIA PORTUGUESA contam que perderam o emprego e a casa alugada que tinham em Sintra, mas recusam abdicar da dignidade e do amor que os une. Sozinhos, entre hortas urbanas e betão abandonado, pedem que alguém olhe pela sua saúde.    

 

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Farmácias prontas para combater a gripe PDF Imprimir e-mail
05-jan-2016

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As farmácias estão prontas para responder a um possível pico de gripe, no âmbito do Plano de Inverno 2015/2016, em parceria com o Ministério da Saúde.
 
Se ainda não se vacinou, está na altura de o fazer. Dirija-se a uma farmácia perto de si, com receita médica, e vacine-se contra a gripe, até ao final do Inverno. 
 
Se tiver febre superior a 38ºC e início súbito de mal estar, ou dores musculares, ou dor de cabeça, ou até tosse seca, contacte a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) antes de se dirigir a um serviço de urgência. Consulte o seu farmacêutico para esclarecimentos adicionais. 

 
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