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ANF APRESENTA PROPOSTA SOBRE MEDICAMENTOS QUE JÁ ESTÃO FORA DAS FARMÁCIAS PDF Imprimir e-mail
25-fev-2015

A ANF participou hoje no seminário “Liberdade de escolha no acesso ao Medicamento”, realizado em Lisboa. 

O evento foi promovido pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), com o objectivo de reclamar, junto dos decisores políticos e da opinião pública, a passagem de mais medicamentos, hoje de receita médica obrigatória, para o mercado de automedicação exterior às farmácias. 

A ANF aproveitou o evento para apresentar a sua proposta relativa ao universo de medicamentos que hoje, por decisão política, já são comercializados fora das farmácias, conforme expresso no comunicado em anexo.

Em 2005, o Governo de então decidiu autorizar a venda de MNSRM fora das farmácias.

Foi uma decisão política contra a qual a ANF se manifestou.

Decorridos 10 anos, os únicos beneficiários dessa medida são três grandes cadeias de distribuição que têm mais de 80% do mercado de MNSRM fora da farmácia.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) é o porta-voz destas empresas.

As farmácias têm de combater e denunciar firmemente este monopólio.

De facto, a venda de MNSRM fora das farmácias foi decidida com o objectivo de melhorar o acesso das populações a esses medicamentos e reduzir os preços.

Com o monopólio das grandes superfícies, os preços subiram, em vez de baixarem, e o acesso fora das farmácias está limitado às zonas de influência das grandes superfícies.

O Ministério da Saúde tem de ser mais rigoroso na classificação dos medicamentos.

Os medicamentos em relação aos quais há razões de segurança e de saúde que determinem restrições na sua distribuição devem ser dispensados exclusivamente em farmácias.

Os medicamentos de venda livre em relação aos quais não há razões de segurança e de saúde que determinem restrições na sua distribuição devem poder ser vendidos em qualquer local.

Foi esta posição que a ANF apresentou hoje publicamente.

É esta posição que defende os legítimos interesses das populações e das farmácias.

 
 
 
Conheça a receita eletrónica PDF Imprimir e-mail
17-fev-2015
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Em breve, todas as receitas em papel vão transformar-se em receitas eletrónicas, prescritas pelo médico mas acedidas através do Cartão de Cidadão.
 
A preparação das Farmácias para esta nova realidade, uma iniciativa da Glintt e das Farmácias Portuguesas, é patrocinada pela Mylan, farmacêutica norte-americana líder em medicamentos genéricos.
 
Trata-se de um serviço inovador que mudará para sempre o sistema de prescrição de medicamentos por parte dos médicos e o modo como esses medicamentos são dispensados pelos farmacêuticos.
 
Para além disso, não podia ser mais simples, já que a nova receita eletrónica será acedida através do Cartão de Cidadão, cujo chip será posteriormente lido no leitor Smart Card, trazendo um carácter mais prático, sustentável e seguro a este ato tão presente no dia a dia dos portugueses.
 
Evolução da Receita. A melhor forma de melhorar.
 
Saiba mais em www.receitaeletronica.pt
 
COMUNICADO ANF PDF Imprimir e-mail
16-fev-2015

1. As farmácias portuguesas orgulham-se de ter contribuído para poupar 440 milhões, só em 2014, aos doentes e aos contribuintes através da dispensa de medicamentos genéricos.

2. Este resultado foi possível graças à aliança entre portugueses, médicos e  farmacêuticos.

3. Aliás, as farmácias portuguesas reclamaram a introdução de medicamentos genéricos em Portugal 20 anos antes do poder político ter tido a coragem de o fazer.

4. Todos os meses, por razões alheias às farmácias, faltam 700 mil embalagens de genéricos no mercado.

5. Metade destas embalagens corresponde aos genéricos mais baratos.

6. Apesar deste impedimento, alheio à sua vontade, as farmácias dispensam duas em cada três embalagens dos genéricos mais baratos, como confirmado pela informação divulgada hoje pela ARS/Norte.

7.  O novo regime de incentivos à dispensa de medicamentos genéricos é muito importante para permitir às farmácias aumentar este seu esforço.

8.  Como muito bem referiu o Senhor Ministro da Saúde, é justo que as farmácias não sejam penalizadas pela dispensa de medicamentos genéricos.

9.  As farmácias, ao abrigo desse regime, vão ganhar apenas 15 cêntimos por cada euro que poupem ao Estado e aos doentes.

10.  Os genéricos em Portugal já atingiram 47% de quota de mercado, graças ao esforço conjunto de médicos, farmacêuticos e utentes.

11.  É um bom resultado, que ainda poderia ser melhor se este regime de incentivos tivesse sido aprovado há mais tempo.

 
Programa Avançado para Formação de Técnicos Auxiliares de Farmácia - 2015 PDF Imprimir e-mail
13-fev-2015
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Em abril, iniciam-se novas edições do Programa Avançado para Formação de Técnicos Auxiliares de Farmácia, em Lisboa, Porto e Coimbra.
 
O curso pretende formar pessoal devidamente habilitado a integrar o quadro não farmacêutico das farmácias.
 
A formação, desenvolvida pela Escola de Pós-graduação em Saúde e Gestão, aborda as várias temáticas relacionadas com a Farmácia e alterna a componente teórica presencial (formação em sala) com a componente teórico-prática em farmácia (estágio em farmácia).
 
Se tem conhecimento de alguém que veja na Farmácia o seu objectivo profissional,consulte o site da Escola .
 
Remédios contra o preconceito PDF Imprimir e-mail
11-fev-2015
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Editorial da revista "Farmácia Saúde", n.º 217, assinado por Paulo Cleto Duarte, presidente da ANF.

  

 

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Farmácia Saúde n.º 217 PDF Imprimir e-mail
11-fev-2015
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A edição mais recente da revista Farmácia Saúde destaca um conjunto de questões ligadas ao inverno: proteção e hidratação da pele; as dores de garganta e a broquiolite. Há ainda espaço para falar um pouco sobre a menopausa.
 
Peça a revista Farmácia Saúde na sua farmácia.
 
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