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Date: 2012-02-10 16:57:05
Newsletter ANF nº 92 - 10 de Fevereiro de 2012

 
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Dia 11 de Fevereiro
IV Jornada de Recolha de Medicamentos

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Decorre amanhã, Sábado, a IV Jornada de Recolha de Medicamentos.
Iniciativa do Banco Farmacêutico, visa angariar medicamentos não sujeitos a receita médica e outros produtos de saúde adquiridos nas farmácias aderentes para disponibilizar à população mais carenciada, através das instituições de solidariedade social.
Associe-se também a esta iniciativa e visite uma das 112 farmácias aderentes.
Para mais informações clique aqui.


Farmácias Portuguesas nos Prémios Marketeer
 

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As Farmácias Portuguesas encontram-se nomeadas pela 3ª vez para os Prémios Marketeer, que premeiam  o que de melhor se fez na área do Marketing, Publicidade e Comunicação em Portugal. Após ter vencido este prémio na categoria de saúde e bem-estar nos últimos dois anos as Farmácias Portuguesas voltam a ser nomeadas e encontram-se a escrutínio do público e do Conselho Fundador da revista Marketeer. O facto de 50% da votação ser decidida pelos consumidores, torna este prémio um relevante indicador do reconhecimento pelo serviço prestado ao longo do ano, denotando assim a nossa proximidade das suas preferências.
Vote nas Farmácias Portuguesas em www.marketeer.pt até ao dia 28 de Março. Os resultados serão revelados na Cerimónia de entrega de Prémios que se realizará no dia 19 de Abril.
Contamos com a sua preferência!

 
Medicamentos são um investimento, não um custo

“O SNS do Reino Unido (NHS - National Health Service) deve passar a considerar a utilização dos medicamentos como um investimento e não como uma fonte de despesa”, afirma o director clínico para os cuidados primários no âmbito do Ministério da Saúde (DoH - Department of Health). De acordo com Jonathan Mason, é preciso “mudar de paradigma e analisar o valor que atribuímos ao medicamento”, tendo presente que este se destina a “melhorar os resultados em saúde”.
“Se nos concentrarmos apenas numa estratégia de contenção de custos, a qualidade irá diminuir e os custos acabarão por aumentar. Pelo contrário, se o enfoque for colocado na qualidade e na melhoria contínua, a qualidade irá melhorar e, simultaneamente, os custos cairão”, considera o responsável do NHS, que ainda deixa uma pista para o futuro próximo: “A decisão sobre onde investir e onde cortar é o grande desafio que se coloca”.
Também em Portugal se coloca o mesmo desafio. Os compromissos assumidos com a Troika impõem medidas severas na área do medicamento e o ministro da Saúde assume ser necessário “reduzir a despesa, sem afectar a qualidade e a universalidade do SNS”. A este propósito, é sabido que tanto a área do medicamento como as farmácias têm sido alvo de um conjunto de medidas de restrição orçamental que deixaram o sector em risco de sustentabilidade.
Importa recordar que, em 2011, a distribuição (grossistas e farmácias) contribuiu com 132 milhões de euros para a redução da despesa pública com o medicamento. As dificuldades económicas que se abateram sobre o sector poderão pôr em causa a acessibilidade ao medicamento e aos serviços de saúde prestados pela rede de farmácias.

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