ANF entregou cheque à Plataforma Saúde em Diálogo

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O presidente da ANF, Paulo Cleto Duarte, entregou o valor monetário recolhido pela campanha de solidariedade das Farmácias Portuguesas, que reverteu para a Plataforma Saúde em Diálogo. A cerimónia decorreu dia 5 de março, na sede da ANF, e a ela assistiram representantes de diversas associações de doentes, membros da Plataforma.

A iniciativa das Farmácias Portuguesas consistiu na produção e divulgação no Facebook de um vídeo de Natal que chegou a mais de 150 mil pessoas, contando com 1.899 partilhas e recolhendo 4.359 “gosto”, o que resulta num valor de 4.079 euros.

Paulo Cleto Duarte salientou a importância da Plataforma enquanto IPSS no âmbito da promoção da saúde e protecção da doença, e reiterou a «total colaboração do sector das farmácias nas iniciativas em benefício dos doentes e utentes de saúde portugueses».

A presidente da Direcção da Plataforma, Rosário Zincke, agradeceu esta iniciativa das Farmácias Portuguesas e reconheceu a importância das farmácias no contexto da actividade exercida pela organização que lidera. Afirmou, ainda, que os fundos agora angariados serão aplicados «em favor das associações» que compõem a Plataforma Saúde em Diálogo.

Maria da Luz Sequeira, membro da Direcção da Plataforma e representante das farmácias na mesma, valorizou a componente social das farmácias, que com tanta frequência «se envolvem em causas solidárias meritórias», como foi este o caso.



ANF APRESENTA PROPOSTA SOBRE MEDICAMENTOS QUE JÁ ESTÃO FORA DAS FARMÁCIAS


A ANF participou hoje no seminário “Liberdade de escolha no acesso ao Medicamento”, realizado em Lisboa. 

O evento foi promovido pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), com o objectivo de reclamar, junto dos decisores políticos e da opinião pública, a passagem de mais medicamentos, hoje de receita médica obrigatória, para o mercado de automedicação exterior às farmácias. 

A ANF aproveitou o evento para apresentar a sua proposta relativa ao universo de medicamentos que hoje, por decisão política, já são comercializados fora das farmácias, conforme expresso no comunicado em anexo.

Em 2005, o Governo de então decidiu autorizar a venda de MNSRM fora das farmácias.

Foi uma decisão política contra a qual a ANF se manifestou.

Decorridos 10 anos, os únicos beneficiários dessa medida são três grandes cadeias de distribuição que têm mais de 80% do mercado de MNSRM fora da farmácia.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) é o porta-voz destas empresas.

As farmácias têm de combater e denunciar firmemente este monopólio.

De facto, a venda de MNSRM fora das farmácias foi decidida com o objectivo de melhorar o acesso das populações a esses medicamentos e reduzir os preços.

Com o monopólio das grandes superfícies, os preços subiram, em vez de baixarem, e o acesso fora das farmácias está limitado às zonas de influência das grandes superfícies.

O Ministério da Saúde tem de ser mais rigoroso na classificação dos medicamentos.

Os medicamentos em relação aos quais há razões de segurança e de saúde que determinem restrições na sua distribuição devem ser dispensados exclusivamente em farmácias.

Os medicamentos de venda livre em relação aos quais não há razões de segurança e de saúde que determinem restrições na sua distribuição devem poder ser vendidos em qualquer local.

Foi esta posição que a ANF apresentou hoje publicamente.

É esta posição que defende os legítimos interesses das populações e das farmácias.

 
 


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