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«Denunciamos ao Ministério Público todas as fraudes»

​​​​​​​​​​​​​​​​​​O combate à fraude é uma prioridade absoluta para as farmácias.

Texto de Carlos Enes • Foto de Pedro Loureiro

RFP - Quando recebe a notícia de um caso de fraude a envolver uma farmácia, como lhe corre o resto do dia?
PCD - Não corre bem. O que eu sinto é meses de trabalho colectivo das farmácias a cair por terra, porque alguém, individualmente, tomou uma atitude que põe em causa a imagem de todos. Para nós, o combate à fraude é uma prioridade absoluta. Em 2017, esperamos trabalhar mais de próximo com as entidades oficiais para que, tanto quanto possível, ela possa ser erradicada do nosso sector.
RFP - A ANF denunciou ao Ministério Público o primeiro caso do que veio a dar na operação “Remédio Santo”. Este padrão de comportamento é para manter?
PCD - Temo-lo feito sempre, umas vezes de forma mais discreta, outras mais visível. Para 2017, estamos a trabalhar num projecto de reforço do combate à fraude, numa lógica simultânea de apoio ao desenvolvimento profissional das farmácias, em parceria com as outras entidade do sector, como a Ordem dos Farmacêuticos e o INFARMED. O combate à fraude tem de ser uma luta de todos.

 

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