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Dignitude: guerra à pobreza no medicamento

​​​​​​​​​​​Ajudar meio milhão de portugueses com dificuldades económicas, nos próximos três anos, a levar para casa todos os medicamentos de que precisam. É este o objectivo da Associação Dignitude. As experiências-piloto arrancam em 2016 e vão beneficiar, pelo menos, 10 mil pessoas.

Texto de Filipe Mendonça • Foto de Carlos Jorge Monteiro

Meio milhão de portugueses deverão vir a beneficiar do trabalho da Associação Dignitude, constituída em Coimbra no dia 4 de Novembro.

«O nosso objectivo é combater, sem tréguas, qualquer discriminação dos portugueses no acesso ao medicamento, bem como a exibição de caridade no sector». Foi desta forma que o Presidente da ANF resumiu, na cerimónia de criação da Associação Dignitude em Coimbra, o novo desígnio de responsabilidade social das farmácias.

Num país onde um em cada quatro medicamentos prescritos não é levantado e cerca de dois milhões de pessoas vivem no limiar da pobreza, nasce uma IPSS com a missão de gerir o programa abem:​, um fundo permanente e solidário, destinado a comparticipar a aquisição de medicamentos nas farmácias por parte dos cidadãos com necessidades económicas.

Ao lado de Paulo Cleto Duarte, homens e mulheres que marcaram a sociedade portuguesa em geral e o sector da saúde em particular. António Ramalho Eanes respondeu ao convite para embaixador da Associação Dignitude com uma pergunta.

«Como poderia eu, que tanto tenho escrito e defendido o papel da sociedade civil no diálogo exigente e significativo com o Estado, que tanto tenho apelado à responsabilidade social de todos, recusar a colaboração à Dignitude?»

Ao antigo Presidente da Rep​ública juntaram-se, como embaixadores António Arnaut, Francisco Carvalho Guerra, Maria de Belém Roseira, Odette Ferreira, João Cordeiro e João Silveira. A Dignitude é uma IPSS promovida em parceria pela ANF, a APIFARMA​, a Cáritas e a Plataforma Saúde em Diálogo. As experiências-piloto arrancam em 2016 e objectivo passa por chegar, pelo menos, a 10 mil pessoas no primeiro ano. 

O abem: será financiado através das contribuições de em​presas e de todos os cidadãos que queiram participar. Os beneficiários serão referenciados pela Segurança Social, as misericórdias, outras IPSS ou mutualidades.

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