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Feminista mas sem quotas

​​​​​Mais do que impor quotas, Bernardino Soares defende condições iguais de acesso ao poder.

Texto de Maria João Veloso • Foto de Pedro Loureiro

Bernardino Soares assume-se como feminista no sentido de promover a igualdade de direitos entre mulheres e homens, que ainda hoje continuam a ser negados. Mas não está do lado dos que defendem a imposição do sistema de quotas, porque isso desvirtua o reconhecimento pelo mérito.

Na Câmara que dirige, tem orgulho em dizer que «a maior parte das dirigentes são mulheres. Chefes de Divisão, directoras de Departamento», mas são-no por mérito. Não deixa de compreender a defesa das quotas que, em muitos casos, são a única forma de forçar o «abrir de portas» mas defende que o mais importante para se atingir o objectivo é dar condições às mulheres de poderem assumir todas as responsabilidades tal como os homens e é isso que tem falhado na sociedade portuguesa.

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