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Jesus nasceu no Minho

​​​​​Barcelos é a terra dos presépios.

Texto de Sónia Balasteiro • Foto de Ricardo Meireles

É quase uma viagem à infância. À nossa, que vamos conhecer os lugares fantásticos onde nasceram – e ainda (re)nascem – os presépios da nossa meninice. Sobretudo à de Cândido Macedo, médico de família e filho da terra acarinhado por todos, que, há sete anos, abriu a Unidade de Saúde Familiar (USF) de Santo António. Será ele o cicerone pelo figurado de Barcelos, arte nascida da olaria e, como ela, parte essencial do viver das gentes do concelho.

Antes de sairmos para as freguesias onde a tradição se reinventa nas mãos de reputados ceramistas, há tempo para uma paragem rápida na "antiga casa" do médico, a USF de Sto. António. Aponta, orgulhoso, para uma caricatura que encomendou a Joaquim Esteves. «O Esteves vive e trabalha na minha aldeia», anuncia, enquanto nos conduz para fora da cidade.

A aldeia de que fala é Areias de S. Vicente, onde o menino Cândido, um de dez irmãos, viveu até aos nove anos, e uma das três que contam a história do barro. Pela estrada nacional acompanha-nos uma paisagem rural, domada. O casario, a revelar a abundância do granito da região, sucede-se, e as antigas fábricas e expositores de olaria também. 

Sete quilómetros depois, cruzamos a placa que indica Galegos de S. Martinho, onde vive a neta daquela que é considerada a grande mentora do figurado, Rosa Ramalho, ceramista que celebrizou esta arte além-fronteiras na segunda metade do século XX.

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