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Joaquim Esteves: O satírico e o carinhoso

​​​​​​​​​​​​​O caricaturista cria presépios satíricos mas também gosta de retratar o Natal carinhoso.

Texto de Sónia Balasteiro • Foto de Ricardo Meireles

Na travessa Monsenhor Domingos José de Sousa, em Areias de São Vicente, vive Joaquim Esteves, um dos «artistas mais criativos de Barcelos», como o apresenta o cicerone e seu antigo médico de família Cândido Macedo. 

Caricaturista por excelência, Esteves é conhecido pela sátira subjacente à maioria das suas peças. Foi em 2001 que a necessidade de exprimir-se através do barro chamou pelas suas mãos, conta o artesão na sua garagem feita oficina. 

Há uma escultura que se destaca, de grandes dimensões. Trata-se de um presépio, que está a ser desenvolvido há mais de um ano. É junto desta peça que os dois amigos – Cândido Macedo tem uma caricatura sua feita por "Esteves" – conversam: «Topograficamente é Lisboa. Temos Belém, a Estrela e, aqui, a Assembleia da República…». 

A crítica política e social da peça é evidente. Mas o presépio satírico não é o único género que faz: «Também gosto de presépios mais carinhosos. «Sempre vi o Natal como uma época feliz e gosto de o retratar feliz. A vaca está feliz, o burro está feliz, a senhora está feliz: é uma harmonia de felicidade».​​

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