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Jogar pelo seguro

​​​​Mudar de seguro de saúde é mais fácil para os associados da ANF.

Texto de Maria Jorge Costa • Foto de Ricardo Nascimento

Maria João Grade tinha viagem de férias marcada para o Brasil em Julho de 2015, mas uma semana antes soube que tinha um tumor na mama. «Abriu-se o chão debaixo dos pés. Cancelei imediatamente a viagem e em três semanas estava a ser operada».

Apesar do choque, accionou o seguro de saúde e o processo avançou, doloroso, mas rápido. A meio do percurso soube dos novos protocolos que a ANF estava a gerir. De qualquer modo fez a mastectomia ainda com a apólice anterior, e outra seguradora.

Maria João Grade, da Farmácia Nova de Avis tinha, tal como o marido e a filha, muito receio em fazer a transferência de seguro com uma doença oncológica declarada. «Os medos normais de a doença ser factor de exclusão no seguro seguinte, a necessidade de período de carência antes da entrada em vigor em pleno do novo seguro, etc.»

No fundo, a farmacêutica tinha o receio de todas as pessoas, com a agravante de estar a lidar com uma doença grave, crónica e muitos tratamentos pela frente e nova intervenção cirúrgica marcada para Outubro.

«Falei com algumas pessoas da ANF para me tranquilizar sobre a transferência, até porque decidi pelo plano mais elevado, superior ao que tinha antes, e mesmo assim o valor que pago é francamente mais baixo do que se tivesse escolhido subir de plano no seguro anterior», acrescentou.

Depois de perceber que não perdia direitos e que na transferência de seguro não perdia a antiguidade e regalias anteriores, Maria João Grade avançou.

Com o processo de renovação anual em Setembro, a farmacêutica não tinha muito tempo para decidir. «A Ana Franco [do corrector AON] ajudou-me na decisão. Esclareceu-me sobre todos os passos da transferência para a Médis, sempre pronta a responder às minhas mil dúvidas», elogia Maria João.

A 14 de Outubro «fui internada e, apesar de uma primeira informação de que a intervenção não estava aprovada pela Médis, rapidamente se desfezo equívoco e correu tudo muito bem», adianta. Em Janeiro voltou ao bloco para nova cirurgia e desde o início vem a consultas e fisioterapia todas as semanas a Lisboa. «O meu seguro está mais do que pago», sorri a farmacêutica, bem-disposta, que nunca perdeu a esperança e o optimismo. Este ano já fez as férias no Brasil com a família, animada com todos os indicadores positivos.

As coisas correram tão bem que Maria João Grade fez a transferência de seguro para a ANF de toda a família: marido e filha. Com João Sousa, da Farmácia Nobre Sousa, em Olhão, a situação não teve contornos dramáticos, mas a conclusão é semelhante: «Poupo muito mais e fiz a comparação com o mesmo pacote num balcão bancário». O gestor, e proprietário farmacêutico, soube pela mesma altura, o Verão do ano passado, das novas condições que a ANF oferece aos associados através da correctora AON.

«Gostei do que ouvi e li, mas fui fazer as minhas contas e percebi que poupo quase metade do que me fariam num balcão do banco». Casado com uma farmacêutica e com dois filhos (um farmacêutico e outro gestor), transferiu os seguros de saúde de todo o agregado, incluindo os dois netos, para o plano mais elevado.

Também João Sousa destaca a facilidade com que obtém resposta às dúvidas que se vão apresentando desde que fez a transferência: «na assistência de seguros da ANF já me conhecem. Atendem sempre».

As dúvidas do proprietário da farmácia Nobre Sousa deveram-se à sua própria situação: «tinha 64 anos e a partir dos 65 a outra companhia obrigava-me a ter um seguro só meu e já não com a família por mais 15 anos». Com a transferência a situação nem se pôs, «o escalão C é muito mais completo do que tinha no seguro anterior, porque inclui odontologia, acesso mais amplo no estrangeiro. Enfim, dá-me mais segurança», garante.

AS MELHORES CONDIÇÕES EM SEGUROS DE SAÚDE
A ANF abriu um concurso público para a área de gestão de seguros, que  foi  ganho   em 2014 pelo corrector AON. «Neste momento gerimos cerca de 1,5 milhões de euros no universo empresarial entre a ANF, a Glintt e a Alliance Healthcare», afirma Sónia Bermejo, responsável da área de gestão de seguros da ANF.

As primeiras apólices de saúde foram subscritas em Julho de 2015, encontrando-se todas elas, neste momento, em processo de renovação, sendo que para a nova anuidade «conseguimos melhorar as condições e manter o valor dos prémios», assegura Sónia Bermejo.

Desde 2015, o departamento também acompanha a carteira de seguros das farmácias que aderiram às condições apresentadas por este parceiro. «Relativa- mente às farmácias, o objectivo é prestar assessoria, conjuntamente com a AON, em tudo ao que aos seguros diz respeito, extravasando assim a assistência apenas àqueles que aderiram às condições referidas», afirma a responsável.

No que respeita ao seguro de saúde, a AON conseguiu que dois seguradores apresentassem as melhores propostas, a saber:

1 – Mgen em duas vertentes: hospitalização e um conjunto de coberturas adicionais, tais como acesso   a redes de bem-estar e estomatologia para além do acesso a rede própria Advance Care (opção A).

2 – Médis: cobertura de hospitalização, ambulatória, parto, estomatologia, numa vertente nacional (opção B) e com a possibilidade de ir ao estrangeiro a unidades hospitalares reconhecidas internacionalmente (opção C).

«Há grandes vantagens no pacote negociado pela AON com a Médis e que é oferecido aos associados da ANF», explica Sónia Bermejo. Em primeiro lugar, é de fácil subscrição. «Basta aceder ao ANFOnline, na área de Aplicações, ao item Seguros, e fazer uma simulação. Qualquer dúvida, basta ligar o número geral da ANF e pedir para contactar a área de gestão de seguros, que presta todos os esclarecimentos e inclusivamente faz a simulação e/ou a subscrição da apólice. É de destacar que podem aceder a estas condições, claramente vantajosas, não só os proprietários das farmácias e os seus agregados familiares (ascendentes e descendentes), mas também qualquer funcionário da farmácia e seu agregado familiar, constituindo um claro benefício que os primeiros podem dar à sua equipa», sublinha Sónia Bermejo.


A subscrição online segue para o mediador e o paga​​mento é feito pela conta Finanfarma. «Só não funciona desta forma nos seguros individuais e para quem não queira pagar por este sistema», explica a coordenadora.


Sónia Bermejo não tem dúvidas: «Dificilmente conseguirão condições mais favoráveis num balcão de um banco ou directamente num segurador».

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