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MONAF mais jovem aos 35

​​​​​O Montepio Nacional da Farmácia aposta no rejuvenescimento da base de associados.​

Texto de Sandra Costa • Foto de Pedro Loureiro

Daniel Barreira subscreveu um plano de aposentadoria no MONAF – Montepio Nacional da Farmácia, em Novembro de 2018. O farmacêutico de análises clínicas tinha então 28 anos. Na altura, era dirigente da Associação Portuguesa de Jovens Farmacêuticos (APJF) e aproveitou uma parceria entre as duas organizações para conseguir condições de adesão mais vantajosas. «É importante termos outras fontes de poupança e não ficarmos dependentes da Segurança Social. Há cada vez menos garantias de que, no futuro, haja uma reforma devidamente valorizada para todos os trabalhadores», desabafa o farmacêutico, que viu no MONAF «uma boa aposta».


«O MONAF só tem mais-valias», garante o farmacêutico Daniel Barreira

Antes de avançar, Daniel avaliou as opções e concluiu que «o MONAF tem melhores condições para os associados, os farmacêuticos, face a outros planos do mercado». Foi seduzido pelas taxas de rentabilidade superiores e também pela previsibilidade, com taxas fixas ao longo dos anos. A garantia de poder suspender o pagamento, sem ficar prejudicado em termos de rendibilidade, é outra vantagem. «O MONAF só tem mais-valias», defende o farmacêutico. E justifica: «É uma instituição segura, credível, transparente, auditada e com bastante sustentabilidade. Transmite confiança», diz, lembrando que o MONAF é a segunda maior associação mutualista do país, depois do Montepio Geral. «É um parceiro que deve estar ao lado de todos os farmacêuticos e ajuda a fortalecer o sector».

A visão de Daniel Barreira é aquela que o presidente do MONAF gostaria de encontrar nos jovens da sua geração. Embora saiba que não é comum. «Os jovens vivem muito o dia-a-dia e muitas vezes não pensam no futuro, em como vão viver com as mesmas regalias e rendimento aos 60 ou 70 anos. Importa incutir-lhes uma cultura de poupança», afirma Miguel Silvestre. Nos três anos que leva à frente do Conselho de Administração do MONAF, elegeu como prioridade «chegar aos mais novos».

No ano em que comemora o 35.º aniversário, o MONAF aposta no alargamento e rejuvenescimento da base de associados. «Conseguir dar esse salto quantitativo é o principal objectivo do próximo mandato», confirma Miguel Silvestre, reeleito em Dezembro.

O MONAF conta com 3.358 associados, número que tem vindo a aumentar na sequência das estratégias de alargamento da base de associados, como as sessões de sensibilização realizadas nas faculdades de Farmácia e o protocolo assinado com a APJF. «Houve uma boa adesão, que fez equilibrar o número dos mais jovens na associação. É um caminho a manter», nota Daniel Barreira.

Pensado inicialmente como um sistema mutualista para farmacêuticos, em 2015 o modelo passou a abranger familiares e técnicos de farmácia. Em 2017, tornou-se possível às empresas do sector associarem-se ao MONAF, atribuindo planos complementares de reforma aos colaboradores, com benefícios fiscais em sede de IRC. Em 2018, a adesão estendeu-se aos colaboradores de todas as empresas ligadas ao sector farmacêutico, da indústria, à distribuição, farmácias, laboratórios de análises clínicas, etc.


A Farmácia Maria José, de Fafe, foi a primeira a contratar um plano de pensões para os colaboradores

A Farmácia Maria José, em Arões (Fafe), foi a primeira a contratar um plano de fundo de pensões para os colaboradores. Associada desde 1995, Maria José Figueiredo e Cunha decidiu alargar o benefício aos colaboradores e seus familiares. «É um miminho que lhes damos. E para a farmácia há benefícios fiscais», explica a proprietária.


«Sou a favor de fazermos tudo através do MONAF», defende Maria Brás, uma das primeiras associadas

Os planos de aposentadoria são «a força motriz e a razão da existência do MONAF», nas palavras de Miguel Silvestre. São procurados por mais de oito em cada dez associados, mas há também quem adira aos planos de poupança e de capitalização. Maria Cidália Costa Brás está entre os 100 primeiros associados do MONAF. Aderiu ao plano de aposentadoria em 1986. Desde 2013 recebe uma renda vitalícia, que a deixa «satisfeitíssima». Por duas vezes recorreu a empréstimos ao MONAF para investir no desenvolvimento do negócio, «com juros a uma taxa muito mais bonificada que o banco». Da primeira fez obras, da segunda adquiriu um terreno para construção de uma outra farmácia. «Sou a favor de fazermos tudo através do MONAF. Dá-nos garantias e apoio enquanto farmacêuticos». Cidália sempre procurou influenciar os colegas a aderir ao MONAF. Dizia-lhes: «Pensem no futuro. Não sabemos o dia de amanhã e no MONAF o nosso plano de reforma está garantido».

«Devemos ter a cultura do aforro»


Miguel Silvestre – Presidente do MONAF

Ao fim de 35 anos, continua a ser importante ser associado do MONAF?
Hoje faz mais sentido do que nunca preparar o futuro e pensar em planos de poupança. Vivemos mais e para vivermos com qualidade é preciso garantir as mesmas condições de vida e rendimento da vida activa. Não devemos ficar à espera que o Estado olhe por nós. Devemos antecipar e ter a cultura do aforro. O MONAF é uma resposta cada vez mais abrangente. Além dos farmacêuticos, está disponível para os profissionais de farmácia, familiares e outras instituições ligadas ao sector.

Porquê escolher o MONAF?
O MONAF é uma solução mutualista criada dentro do sector para dar confiança e conforto aos farmacêuticos. A principal diferença é a confiança de estarmos entre pares e a possibilidade de os associados terem uma voz activa na associação.

Os associados estão satisfeitos?
Sou sócio desde 1992 e vejo, por parte dos asso​ciados, uma grande confiança no MONAF. Sabem que temos olhado bem pelas suas poupanças e acreditam que não lhes vamos falhar. O facto de muitos replicarem regularmente os seus planos de poupança no MONAF é sinal de confiança. Temos uma equipa pequena, mas muito dedicada, alguns estão connosco desde o início e são capazes de criar uma relação de confiança com os associados.

Como vê o futuro do MONAF?
Nos últimos anos o número de associados tem crescido, inclusive fora do universo exclusivamente farmacêutico. Vamos continuar a trabalhar para alargar e rejuvenescer a base de associados. Temos de ter a arte e o engenho de comunicar melhor esta necessidade, sobretudo junto dos mais jovens. É um trabalho minucioso, que tem de ser desenvolvido cara a cara ao longo do ano.​

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