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«Noção clara dos custos»

​​​​​​Helder Mota Filipe, do INFARMED, explica que o projecto-piloto vai aferir a facilidade de acesso, a qualidade do atendimento e a satisfação dos utentes.

Texto de Maria Jorge Costa • Foto de Pedro Loureiro

Conforme explicou Helder Mota Filipe, o projecto-piloto de dispensa de medicamentos anti-retrovíricos nas farmácias comunitárias tem por objectivo verificar, por comparação com as farmácias hospitalares, um conjunto de características, como a facilidade de acesso, a qualidade do atendimento farmacêutico, a satisfação dos utentes, e «obter informação que nos permita ter uma noção clara sobre os custos envolvidos. Tudo isto, garantindo a segurança da dispensa e da utilização destes medicamentos».

Trata-se de um estudo que tem por base critérios científicos, «quer na caracterização quer na escolha da amostra», diz. «Não é por acaso que é o Hospital Curry Cabral, e não é por acaso que vamos envolver 780 voluntários.  É antes porque, de acordo com a equipa científica, este hospital cumpre os requisitos para ser uma amostra significativa da oferta hospitalar, e 780 voluntários é o que se considera ser a dimensão da amostra que nos permitirá tirar conclusões robustas deste estudo».

Helder Mota Filipe, que assume a coordenação do projecto-piloto no âmbito do INFARMED, informou no âmbito do as devidas autorizações da Comissão de Ética competente e da Comissão Nacional de Protecção de Dados.

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