Saltar para o conteúdo principal Saltar para o footer

O braço direito do farmacêutico

Os Técnicos Auxiliares de Farmácia (TAF) são um importante recurso nas farmácias. 

Texto de Sandra Costa • Foto de Mário Pereira

«Libertam os farmacêuticos para funções mais técnicas e permitem uma farmácia mais sustentável», defendeu João Silveira, proprietário da Farmácia Silveira do Rosário. 

Além das competências técnicas, é desejável que os TAF dominem línguas, ferramentas informáticas e redes sociais, tenham conhecimentos de marketing, vendas e finanças, e capacidade de relacionamento com os clientes. «Multidisciplinaridade, atitude assertiva e pro-actividade é o que pretendemos dos TAF», disse Paula Dinis, proprietária da Farmácia Alva. 

Em 2007, a profissão foi oficialmente criada, pelo SINPROFARM - Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia, em conjunto com a ANF - Associação Nacional das Farmácias, e a partir de 2013 passou a corresponder a regras definidas pelo Infarmed, como explicaram Vasco Bettencourt, do Infarmed, e Manuel Lima, do SINPROFARM. 

Desde o ano passado, o acesso à profissão faz-se mediante a conclusão de um curso de formação de 1.000 horas teóricas, a que acrescem 600 horas práticas. Em breve a profissão vai ser integrada no nível 4 do Catálogo Nacional de Qualificações, garantindo uma dupla certificação que assegura o 12.º ano e a componente profissional. «As aptidões sociais e relacionais estão incluídas no novo referencial de formação», confirmou Catarina Marques, da ANQEP - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. 

Sobre o autor

Admin

uSkinned, the world’s number one provider of Umbraco CMS themes and starter kits.

Este site armazena cookies no seu computador. Esses cookies são usados para recolher informações como interage como o nosso site e permite-nos lembrar das suas preferências. Usamos essas informações para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Para saber mais, consulte a nossa Política de Privacidade.