Saltar para o conteúdo principal Saltar para o footer

Liberdade individual

​​​​«Não queria trabalhar das 9 às 5»

Texto de Maria Jorge Costa • Foto de Pedro Loureiro

Poder ser dono do seu horário foi a grande motivação de António Vaz Carneiro para seguir Medicina. E confessa que não se via a trabalhar num escritório com horários rígidos. «Afinal hoje trabalho das 9 às 9…».

Por ter mais aptidão para as disciplinas científicas, considera que engenharia poderia sido uma boa opção. Mas não estar fechado e poder ter liberdade de decidir as horas para entrar ou sair foram o grande motor da decisão. «Há 40 anos o modelo do método de trabalho de um médico era individual. E a sensação de intervenção directa na vida das pessoas agradava-me muito».

A investigação apareceu pelo caminho. Primeiro quando foi trabalhar em Nova Iorque. Depois em São Francisco. No regresso a Portugal fez medicina clínica durante muitos anos, no serviço hospitalar de cuidados intensivos. Até ao dia em que decidiu dedicar-se à área onde sente ser melhor: a produção e síntese da evidência para todo o sistema. «E não estou nada arrependido», afirma com o sorriso satisfeito de quem gosta muito do que faz.

Sobre o autor

Admin

uSkinned, the world’s number one provider of Umbraco CMS themes and starter kits.

Este site armazena cookies no seu computador. Esses cookies são usados para recolher informações como interage como o nosso site e permite-nos lembrar das suas preferências. Usamos essas informações para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Para saber mais, consulte a nossa Política de Privacidade.