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Pneumologistas querem farmácias a vacinar

​​​FPP evoca importância da vacinação e das farmácias no combate à propagação de vírus.

Texto de Irina Fernandes

A Fundação Portuguesa do Pulmão alerta para a necessidade, a curto prazo, de um reforço da acção das farmácias portuguesas na vacinação contra a gripe sazonal no actual contexto de pandemia mundial.

«Achamos que a Rede Nacional de Farmácias deveria ter um papel mais activo na administração da vacina aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (como algumas experiências comunitárias têm demonstrado)», adverte a entidade considerando que, desta forma, permite-se «que os seus serviços possam desempenhar tarefas mais complexas, mais exigentes e urgentes».

Este ano, a rede de Farmácias Portuguesas garante 500 mil doses, que vão estar disponíveis a partir de Setembro.

Num ano atípico em que «avizinha-se a época gripal com circulação conjunta do coronavírus e dos vírus Influenza », a Fundação Portuguesa do Pulmão aconselha por isso à antecipação de o início da campanha de vacinação recomendando «que comece logo no início do mês de Outubro».  

«A vacina [da gripe] perfila-se como uma importante arma preventiva», destaca a FPP, que recomenda “veementemente todas as pessoas vulneráveis ou com indicação para a vacinação – de acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) – a vacinarem-se contra a gripe”.

Com 2 milhões de doses da vacina contra a gripe, a ser disponibilizadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), a FPP considera que o número de vacinas previstas para Portugal é «insuficiente».

«Se contabilizarmos apenas as pessoas com idade superior a 65 anos – com indicação formal para serem vacinadas – o seu número é superior a 2,2 milhões. Restam ainda os numerosos grupos de pessoas vulneráveis ou com indicação para a vacinação”», pode ler-se em comunicado.

Com vista a assegurar as necessid​ades do país, as autoridades da Saúde devem «assegurar um número substancialmente mais elevado de vacinas», indica a FPP na mesma nota.

Num momento em que «quer em Portugal, quer a nível mundial a situação epidemiológica da pandemia COVID-19 não se apresenta consolidada», a FPP alerta para um reforço das medidas de prevenção e combate às duas infecções recomendando que «se melhorem as atitudes comportamentais preventivas comuns tais como etiqueta respiratória, desinfecção das mãos e das superfícies, distanciamento social».

A utilização de máscara, essa, adverte a FPP, deve ocorrer «em todos os espaços públicos, quer exteriores, quer interiores».

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